A crise de Ceuta mostra que as fronteiras da Europa devem ser protegidas

A crise de Ceuta mostra que as fronteiras da Europa devem ser protegidas

15.09.2026 13:00

A crise de Ceuta mostra que as fronteiras da Europa devem ser protegidas

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CEUTA, ESPANHA

O Grupo PPE exige medidas urgentes para lidar com a crise de segurança e migração em Ceuta e proteger as fronteiras externas da Europa. Milhares de pessoas que entraram em Ceuta durante a invasão em massa nos dias 30 e 31 de julho permanecem na cidade.

“O que aconteceu em Ceuta foi uma violação sem precedentes da fronteira da Europa. Pedro Sánchez não conseguiu impedir isso e, desde então, tem se recusado a assumir a responsabilidade. A Europa não pode tolerar entradas ilegais em massa nem permitir que a migração seja usada como arma contra seus Estados-Membros”, afirma o deputado europeu Tomas Tobé, vice-presidente do Grupo PPE.

A situação continua a exercer forte pressão sobre a segurança, a ordem pública e os serviços essenciais. O Grupo PPE apela para que o controle da fronteira seja restabelecido e para que aqueles que não têm direito de permanência sejam repatriados.

“O governo espanhol sabia o que estava acontecendo e permitiu que isso ocorresse. O governo de Sánchez foi cúmplice e é responsável pelas consequências. A crise não terminará enquanto milhares de pessoas que entraram ilegalmente permanecerem em Ceuta. A Espanha deve restabelecer o controle e garantir repatriações efetivas”, afirma a eurodeputada Dolors Montserrat, vice-presidente do Grupo PPE.

“Defender Ceuta significa defender a Espanha e toda a União Europeia. A Europa deve deixar claro que suas fronteiras estão protegidas e que outra invasão em massa não será tolerada”, salienta Montserrat.

Notas aos editores

O Grupo PPE é o maior grupo político no Parlamento Europeu, composto por 184 deputados de todos os Estados Membros

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